É atribuído aos egípcios
o pioneirismo na tecnologia protésica. Em 2000, investigadores,
no Cairo, Egipto, revelaram o que acreditam ser o mais antigo membro artificial
documentado – parte de um dedo do pé protésico de
madeira e couro. Esta peça foi encontrada amarrada aos restos mumificados
de uma mulher egípcia com cerca de 3 mil anos (950 - 710 AC)[Isaac
Perry Clements].

Pé protésico [Kennet
Garrett]
Uma perna artificial Romana de 300 AC foi desenterrada em Capau, Itália
em 1858. Era constituída por uma parte central em madeira, uma
cobertura em bronze e ferro e com tirantes em couro [Norton
2007].
A alguns piratas do mar, do passado, continua a ser realçado
o uso de pernas de madeira e ganchos de metal a substituir a mão
Desenho da evolução das próteses [Norton
2007]
Os avanços mais significativos nesta área estiveram ligados
às guerras que geravam milhares de sobreviventes amputados. Na
Alemanha, por volta de 1915-1916, surgiam equipas multidisciplinares envolvendo
cirurgiões, fisiatras e técnicos (protesia/engenharia) de
acordo com os estudos de Dudley Childress (2002). Em 1919, o técnico
de protesia Otto Bock, forma a empresa com o seu nome em Berlim para fornecer
próteses e produtos ortopédicos a veteranos de guerra [Otto
Bock].
Última actualização: 9 de Janeiro de 2010
|